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Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
PANTOMIMAS

Mas afinal onde é que está o problema em o Senhor Carlos Silvino ter dado o dito por não dito? Se agora veio dizer que não conhece pessoalmente os restantes arguidos do Processo Casa Pia... é porque não conhece mesmo! Que estão todos inocentes... é porque estão! Que não é homossexual nem pedófilo... é porque não é! E se implicou os restantes arguidos no abuso sexual de menores (quer na fase de inquérito, quer na fase de julgamento), foi porque estava sob a forte influência de medicação vária! Enfim: em Portugal anormal seria era que assim não fosse, face aos exemplos de ziguezagueares constantes vindos de muita boa gente instalada nos mais altos patamares da coisa política, económica e judicial (sic)! Apesar da maioria destas "almas" nunca ter bebido, por certo, um copo de água nas instalações da Polícia Judiciária, o facto é que todos eles cada vez mais vão mentindo, compulsivamente, com todos os dentes que tem na boca... sem que no entanto o Senhor Procurador-Geral (ou alguém com mais credibilidade e postura) reúna de urgência com um qualquer Procurador para analisar tantas inverdades! Mas pronto: num País onde o Serviço Nacional de Saúde gastou mais de 550 mil euros por dia na comparticipação de psicofármacos (remédios estes que são os que mais dinheiro levam ao dito SNS), é naturalíssimo que o que se diz hoje não seja o que se diz amanhã e que o que se pensa para amanhã não seja o que se está a fazer hoje. No entanto, diluídas as ironias, a verificar-se uma anulação do julgamento baseada nas declarações do homem da "parka" encarnada, será o teste (se é que alguém o precisava) à qualidade da justiça portuguesa. Como dizia um Juiz "paineleiro" na SIC, "só não chamo a isto uma palhaçada porque os profissionais do circo nos devem merecer muito mais respeito do que estas aberrações"!

publicado por A. Carvalho às 18:47
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
NEGAÇÃO DA EVIDÊNCIA

Se é unânime que todo o Presidente da República ganha sempre a sua reeleição, por que motivo o dito cujo não passa a ter um mandato único de 10 anos? O erário público poupava uns largos milhões de euros em despesas eleitorais, o "zé-povinho" a quem é sonegada tamanha quantia não se via confrontado com a poluição sonora produzida pelas primitivas comitivas que acompanham os pré-históricos "cabecilhas" e a juventude, ao deixar de ser tanta vez confrontada com tais miseráveis manifestações de coisa nenhuma, talvez ganhasse outra postura, quiçá de mais interesse, face àquilo que de uma forma ou de outra acabará por condicionar quase sempre o seu já sombrio futuro. Assim, ao invés dos "paineleiros" estarem agora a dissecar um resultado político que afinal já era mais do que esperado ou de perderem uma enormidade de tempo a apontar as causas de tão elevada abstenção, melhor seria dedicarem-se à análise minuciosa dos prós e contras que tal decisão poderia trazer para o País! Será que não é isso mesmo que quiseram dizer os 5.139.726 de portugueses que pura e simplesmente se baldaram para a escolha do "adorno" vivo de Belém? Mas pronto: já que ninguém parece preocupar-se com estas "idiotices", ao menos que se debrucem sobre a patologia, por certo bem mais grave, que levou mais de 2 milhões de cidadãos a votarem em quem votaram, sabendo de antemão que tal pessoa, vinda do povo e sendo do povo (embora não respirando lá muito bem no meio do povo), tem responsabilidades e de que maneira na gravíssima situação de fim de linha que o País está prestes a atingir. E sendo assim, urge destrinçar quanto antes tamanha negação da evidência… antes que surjam no horizonte sinais concretos de eleições legislativas (sic)!

publicado por A. Carvalho às 18:27
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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011
O PAIS ROSA-CUECA

Não foi pelas melhores razões que se ficou a saber que Carlos Castro era, afinal, um famoso jornalista cá do "burgo"! Desconhecendo-se qual o conceito de famoso para os “media” americanos, o facto é que o juízo que os ditos fazem da "coisa" não é certamente o mesmo que se faz do lado de cá do Atlântico... a não ser que também eles tenham começado a partilhar do "choradinho" cínico (nosso) que consiste em colocar nos píncaros da fama aqueles que vão indo desta para pior (sic)! A ser assim não deixa de ser engraçado, se é que a morte tem algo de engraçado, que os que ontem o apelidavam, homofobicamente, disto e daquilo, hoje venham dizer que Castro "era um excelente homem, com princípios e valores grandiosos", mesmo mal o conhecendo, como é o caso da Dona Zézinha Catequista ou do Valentim Sacristão (que diz agora ter chegado a comprar a saudosa "Élan" - a playboy dos socialista - não pela ousadia das fotografias mas pelos eloquentes arrazoados do falecido)! Numa semana em que os portugueses tinham tudo para se sentirem os maiores e aproveitarem o facto para reflectir sobre os motivos dos seus fracassos, confrontando-os com os êxitos daquele "fulano" (um tanto ou quanto antipático, arrogante e mal-humorado) que é apenas o melhor treinador de futebol do mundo e um dos melhores "produtos" de exportação nacional (que se contam, infelizmente, pelos dedos de uma mão), logo havia de surgir uma “estória” de "saca-rolhas e alguidar"! E é claro que entre a futilidade das comadres do soalheiro e a utilidade da profícua discussão pública, exaustiva, em torno da razão do sucesso de um cidadão (este sim “famosérrimo”) que soube contornar o bafiento fatalismo "tuga", caiu-se na leviana frivolidade do mega-espectáculo "rosa-cueca", onde o acessório se sobrepõe ao essencial! E é por estas e por outras que o País crema, em lume brando, face à indecisão sobre o local onde virão a ser lançadas as suas cinzas (sic)!

publicado por A. Carvalho às 18:38
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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
AS ACÇÕES DO PROFESSOR

As acções de Aníbal Cavaco Silva sempre foram de tal maneira transparentes, que não se entende muito bem o rebuliço efervescente que alguns tentam incutir nas mesmas! Aparentemente, só a cegueira política provocada pela doçura do perfume eleitoral poderá explicar o porquê destes números "circenses" irem fazendo "estória" na espuma dos frios dias chuvosos deste ano da graça de 2011 (sic)! Mas enfim: pelos vistos uma grande parte dos portugueses parece comprar títulos representativos de empresas com o intuito de com eles vir a perder grande parte do seu valor! São opções e como tal (embora erradas) há que respeitá-las. E porque não foram, de certeza absoluta, estes "peanuts" ganhos pelo Senhor Professor que deram cabo desta "coisa" de duvidosa índole chamada Portugal, melhor seria reavivar na praça pública outras suas acções, essas sim contribuintes generosas para o lodaçal a que tudo isto chegou e que melhor definiriam a maneira de ser (política e humana) do actual e futuro (?) inquilino do Palácio de Belém. Politicamente, depois de duas maiorias absolutas, não foi Cavaco Silva que deixou o País completamente desequilibrado em resultado das medidas estruturais tomadas a partir de 1986 (quando os muitos milhões de euros dos fundos de coesão foram desbaratados na maior das ingenuidades, candura e inconsciência)? E não foi Cavaco Silva (numa demonstração da sua insensibilidade humana) que a propósito da sustentabilidade da Segurança Social (referindo-se aos funcionários públicos) disse: "Como é que nos vemos livres deles? Reformá-los não resolve o problema, porque deixam de descontar para a Caixa Geral de Aposentações e portanto diminui também a receita do IRS. Só resta esperar que acabem por morrer."! Enfim: sem vislumbre de um qualquer rasgo inovador, apetece trazer à liça aquele preceito espanhol que diz haver "uns tipos tão pequenos, tão pequenos, que não lhes cabe a menor dúvida" (sic)!

publicado por A. Carvalho às 21:56
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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
O NÓ GÓRDIO

Da mesma forma que os mercados internacionais deixaram de acreditar na capacidade dos portugueses em inverter a situação de falência eminente do País... também os portugueses deixarem de acreditar na capacidade dos seus actuais políticos em escolher um qualquer novo rumo que desvie a barcaça que transporta toda a “maralha” do caminho certeiro do temível abismo das cataratas (sic)! Por outro lado e no pressuposto de por uma qualquer razão do inexplicável destino surgir da cartola um político, verdadeiro, com cabeça, tronco, membros, princípios e meios, não é de querer (sejamos ao menos por uma vez racionais, que diabo!) que o mesmo venha a acreditar minimamente que em conjunto com a “maralha” de hoje (na sua maioria mandriona e frascária), alguma vez consiga, na plenitude da glória, atingir os seus mais intrínsecos fins! E assim, perante a gravíssima realidade incontornável deste "nó górdio" com que a Nação se defronta (para o presente ano o programa de financiamento da República aponta para uma “caridade” mundial a roçar os vinte mil milhões de euros), o que fazer? Enfim: parece que António de Oliveira Salazar, quando chegado à capital (vindo de Santa Comba Dão), também atou a “carroça” que o transportou (com um nó impossível de desatar) às colunas do “Templo da Governação” (a exemplo do que fez o campónio Górdio quando coroado Rei de Frígia, na longínqua Ásia Menor)! Portanto, e a cumprir-se a lenda, resta-nos esperar que daqui a quinhentos anos passe por estas bandas um qualquer familiar de Alexandre (O Grande) e que, intrigado com a forma como desembaraçar tamanho estorvo, puxe do “espadalhão” e resolva de uma forma simples e eficaz tão complexo problema! Até lá, resta-nos ir entretendo com mil e uma outras “estórias”, não tão românticas e quiméricas como a do nó, mas cheias de dificuldades, sacrifícios e pobreza... infelizmente!

publicado por A. Carvalho às 18:03
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