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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008
MENSAGEM AO PAÍS... dele!

Prezados concidadãos:

 

Quando visionarem o “PowerPoint” dos últimos 12 meses e constatarem que afinal de contas 2008 foi mais um ano de sucesso, talvez não vos faça grande “mossa” o discurso pessimista de certos “velhos do Restelo” sobre os dias negros que, dizem, estão a surgir no horizonte. Depois de 3 anos a conviver diariamente com um crescimento económico de extraordinária pujança, o que vier agora das entranhas do global “Cabo das Tormentas” da economia e das finanças (se vier, repito), mais não será que um ligeiro salpico que escorrerá pelo corpo bem nutrido e preparado daqueles que souberam salvaguardar o futuro através do seu trabalho e do consequente “pé-de-meia” colocado à guarda das melhores instituições bancárias, como o BPN ou o BPP (sic)! Valeu ao País, ao contrário de todos os outros (a Espanha, por exemplo), acreditar na sua política e nos seus políticos. Terem dado crédito aos sacrifícios que lhes foram pedidos e sabido manter a seriedade e o respeito por toda essa classe governamental de “sábios” que soube (e sabe) pôr acima dos interesses pessoais os mais puros e genuínos interesses de toda uma comunidade!

"Saúdo, pois, todos os Portugueses, a todos peço empenhamento e coragem, e a todos deixo uma palavra de estímulo e confiança." Àquela minoria que ainda sofre com a doença (...) exprimo uma palavra particular de profunda solidariedade e a garantia do lançamento imediato do "Balcão Perdi a Saúde" (sic)!

“A todos vós caros compatriotas, renovo os votos de Feliz Natal e de Feliz Ano Novo (se ainda for possível existir mais felicidade que aquela que nos últimos três anos proporcionei). Boas Festas!”

publicado por A. Carvalho às 18:39
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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008
O “MADOFF” LUSO

Entre Bernard Madoff e José Sócrates vai uma distância longínqua em termos geográficos mas demasiadamente curta na postura persuasiva e visionária que ambos demonstraram (e demonstram) aos olhos de incautos terceiros. Se um utilizava o dinheiro de novos clientes para pagar aos mais antigos, o outro vai convencendo os mais “pirrónicos” com a dúvida que uma relativa maioria de “meios” crentes ainda lhe vai depositando! É o chamado efeito piramidal da “coisa”… de crescendo em crescendo até ao desmoronamento final e arrasador da pirâmide e de tudo o que ilusoriamente sobreviva à sua roda.

Mas se Madoff já conheceu o dia e a hora do seu “trágico” destino (enquanto autor do maior escândalo financeiro de todos os tempos - 37,5 mil milhões de euros), por cá ainda se vai resistindo apenas e só pelo facto dos eleitores (os “pirrónicos” e os “meios” crentes) não terem forma de investir as suas debilitadas "poupanças" de confiança em outro qualquer “fundo” que inspire mais e melhor “rendimento”. A aparecer esse “produto”, venha ele de que “instituição” vier, restará à actual equipa governamental refugiar-se numa qualquer empresa pública e minimizar a farsa que tão bem representou, talvez a maior fraude política da história nacional ao haverem conseguido iludir tantos portugueses (e por tanto tempo) com o cenário de uma Terra Prometida... que encobria tão só a realidade da Terra do Nunca.

E depois venham dizer que a culpa foi do Dr.Constâncio, do Banco de Portugal ou da Entidade de Supervisão... perante a evidência diária dos índices de pobreza avassaladores, do descalabro do rendimento mensal dos cidadãos, da asfixia do sistema nacional de saúde, da justiça, da educação e de todos os mais dados (muitos) preocupantes que "encharcam" o quotidiano desta Nação (sic)!

publicado por A. Carvalho às 18:45
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
BALDAS

Sobre a "balda" recente de umas dezenas de deputados aos trabalhos (?) da Assembleia da República, não parece que o facto em si justifique as tantas discussões que o mesmo acabou por gerar. Porque já não é a primeira nem a segunda vez (nem será por certo a última) que isto acontece, torna-se descabido continuar a "bater no ceguinho" sem que daí surjam consequências concretas para toda aquela "fauna" que vegeta no hemiciclo. Se faltaram muitos ou se faltaram poucos, é coisa que não devia aquecer nem arrefecer o comum do cidadão. Motivo de preocupação e tema para discussão na sociedade seria o número de inúteis "luminárias" que nos cadeirões cativos daquele espaço, de quando em vez, castigam as formações varicosas das suas veias recto-anais (sic). Tirando a "meia-dúzia" de fotogénicos rostos, de todos sobejamente conhecidos e que ainda vão largando umas larachas com mais ou menos sentido, tanto faz que os outros duzentos (já que tem de ser) estejam no hemiciclo, estejam na praia ou na montanha... e no caso de existirem votações, como foi agora o caso, também não viria grande mal ao mundo se esta maioria de faltosos, porque seres inanimados de vontade, endereçassem ao chefe de bancada uma "procuração" no sentido de os representar quando necessário!

Em vez de se perder tempo com estes “fait-divers” de ocasião, deveria sim pressionar-se toda esta camarilha com um extraordinário aperto abstencionista eleitoral, porque isto de o zé-povinho libertar sazonalmente a sua raiva política e deixar que tudo continue na mesma é por si só também uma balda à assunção de uma responsabilidade que é apenas e só sua. E a ser assim...

quem tem telhados de vidro, não atira pedras ao vizinho (sic)!

publicado por A. Carvalho às 13:36
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008
“O LEÃO DA ESTRELA”

O Banco Alimentar contra a Fome superou as suas expectativas ao atingir, recentemente, o maior número de contribuições por parte da população nacional (1.900 toneladas recolhidas em 1.119 superfícies comerciais)! Mais uma vez foram os portugueses remediados que arregaçaram mangas e ajudaram os portugueses mais desfavorecidos… e entende-se, naturalmente, que assim o seja! O Governo português encontra-se empenhado em outras “ajudas” mais mediáticas e “proveitosas”, como seja a de dar a mão a todos aqueles que fizeram das causas nobres tábua rasa nas suas vidas! Bem pode o primeiro-ministro vir dizer, como pretexto para a megalómana contribuição ao Banco Português de Negócios e ao Banco Privado que o que está em causa é a salvaguarda da imagem do País! Com estas estapafúrdias medidas Sócrates faz lembrar “O Leão da Estrela”: como o Anastácio, também ele vive para o retrato, mesmo que para isso sobrecarregue sem dó nem piedade as muitas famílias “Barata” que por conta do honrado trabalho vão vivendo, ou sobrevivendo, de cara lavada e cabeça levantada.

Entre a realidade nua e crua vivida por todos aqueles que a custo vão sustentando o País e os outros que por “hobbie” o foram (e vão) delapidando, o Governo optou por ajudar os segundos e por isso mesmo os “rotos” vão ter de continuar a dar a mão aos “nus” para que os “Armanis” do costume continuem impecavelmente a “brilhar” nas periclitantes “passerelles” da aparência. E já agora…

- Ó Barata: empresta-me aí cem escudos que eu só tenho notas de conto!

publicado por A. Carvalho às 17:03
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
OFENSA A MAGALHÃES

Em vez de lhes incutirem disciplina, responsabilidade e cidadania, oferecem "O Magalhães", destinado obviamente a preencher os muitos tempos livres da "garotada" que se resumem cada vez mais às 24 horas do dia.

No meio desta geração de latentes analfabetos e ignorantes que inevitavelmente virão a administrar a realidade de um tempo futuro, pululam brilhantes ignorantes e analfabetos que julgam administrar a realidade de um tempo presente, tão só porque não sabem promover a polidez e a cortesia daqueles que os virão a suceder (entre eles, também, o "super" Mário e o seu séquito de “invisuais” seguidores). De que servirá a 500 mil crianças terem acesso a este "computador"? Ou esta "coisa" é uma espécie de varinha mágica que transforma os miúdos, por obra e graça do divino espírito santo, em sobredotados intelectuais? A ser assim, depois do "e. Escolinha" crie-se o "e.governinho", o "e.sociedadezinha", enfim... o "e.portugalzinho" (sic)! A não ser... já vai sendo tempo de simplesmente se ensinar a "pequenada" a ler, a escrever e a "trautear" a tabuada (se ainda houver quem tenha respeitabilidade para tal) incentivando-a depois a lutar por aquilo que deseja, a saber esperar por aquilo que anseia, para saborear por fim o almejado momento da conquista.

Foi com base nestes princípios educacionais, por certo, que o Navegador conseguiu realizar a viagem de circum-navegação á volta do Mundo e é com base na falta destes mesmos princípios que o tal "aparelhómetro" se deveria chamar outra coisa qualquer, porque chamar o que lhe chamam... é uma ofensa a Fernão de Magalhães!

publicado por A. Carvalho às 13:45
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