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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008
CHOVER NO MOLHADO

É cíclico. De tempos a tempos lá surge uma voz indignada com o relacionamento entre a classe política e a classe económica (como se fosse possível a uma, viver sem a outra)!

António Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, imitando aquela magistral provocação marialva na versão “segurem-me senão eu digo”, insinuou preto no branco que existe corrupção no Governo e que os senhores deputados não se devem comportar como umas “virgens de bordel”.

- Ó Senhor Bastonário: lá que diga umas “p***s refinadas” ainda vá lá, agora “virgens de bordel”!

Olhando para o “escudo” de defesa do “um por todos, todos por um” que os políticos tão habilmente manejam, este “ataque” é apenas mais um dos muitos que já ricochetearam em tão imunes carapaças e se destas acusações resultarem umas mesas redondas e umas comissões de inquérito o seu intuito será apenas o de tentar branquear o que há muito o Zé-Povinho sabe estar emporcalhado (sic)!

Enquanto não houver uma Justiça isenta e independente que lave efectivamente mais branco toda uma classe de encardidos políticos, de nada servirá apontar-lhes o dedo às muitas auréolas que lhe decoram as fatiotas.

Até lá, eles vão-se governando... com o que dizem ser o nosso Governo!

publicado por A. Carvalho às 07:24
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008
UMA QUESTÃO DE EDUCAÇÃO

É inadmissível o que se passa em cafés, restaurantes e em todos os outros espaços públicos de clausura!

Imagine-se o ambiente acolhedor de uma “oficina” de comidas: entre o degustar de uma soberba gastronomia emparelhada com o mais puro néctar báquico e a intimidade de dois ou três dedos de “religiosa” verbosidade, mesmo não sendo fumador, note-se, caia sempre bem o suave aroma passageiro de um puro Cubano que o “descuidado” vizinho do lado “queimava”, fazendo esquecer, por momentos, as pequenas grandes incivilidades que outros proporcionavam.

Apetece dizer que se perdoava o mal que fazia… pelo bem que sabia!

Agora, com este pequeno “prazer” proibido, resta-nos buscar paciência, sabe-se lá onde, para tolerar o “brutamontes” do arroto sísmico, a aerofagia vulcânica do “mostrengo” sua esposa mais o “miúdo” seu filho que face a tamanha destruição em maça, deve ter terminado com aproveitamento e distinção o ano lectivo de uma secreta base de treinos da Al Qaeda!

É sobre esta sociedade sem princípios que todos nós “aturadores” passivos de tudo e mais alguma coisa devíamos meditar, ao invés de entrarmos em intoxicantes discussões ao pé das quais a nicotina acaba por ser uma substância de uma inocuidade quase total (sic)!

publicado por A. Carvalho às 07:24
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008
O TRATA…MENTO

Depois de mais uma pirueta de 180º, alguém, no seu mais perfeito juízo, seria capaz de comprar um automóvel em segunda mão ao Primeiro-Ministro de Portugal? Vejamos!

Enquanto Chefe de Cerimónias da fina nata da política Europeia, Sócrates deu-lhes como “vendido” (e com garantia) o “todo-o-terreno” denominado Tratado de Lisboa! Depois, como Primeiro-Ministro de Portugal manteve o negócio em aberto convencido que o tempo desmotivaria os “compradores” nacionais para a aquisição da “pechincha”! Como o interesse dos Portugueses aumentou e o contrato já estava feito e assinado com os “parentes” ricalhaços lá do outro lado da “cercadura”, restou a Sócrates vestir a “fatiota” de Porta-Voz dos “finórios” e transmitir aos “lorpas” que havia tido uma proposta de tal maneira irrecusável que no fundo, no fundo, todos sairiam dela a ganhar (sic)! Enfim…

Ao mesmo tempo que a maioria dos Portugueses afirma cada vez mais não comprar um “chaço” que seja ao Zé de Vilar de Maçada, deixa, numa passividade quase inconsciente, que ele vá hipotecando o nosso bem mais precioso que dá pelo nome de “Portugal”!

Agora que o Tratado de Lisboa está tratado, é tempo de o País real reflectir um bocadinho e ir de encontro ao que verdadeiramente interessa: isto é, tratar-se… começando por tratar da saúde (política) aqueles que mais precisam!

publicado por A. Carvalho às 07:33
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008
A ILUSÃO

José Sócrates, na sua habitual Mensagem de Natal, “pintou” e “repintou” a Nação e ao resultado final chamou “A Perfeição”!

Cavaco Silva, aproveitando a Mensagem de Ano Novo, achou por bem retocar a “obra”. Apreciou-a à distância, escureceu-lhe consideravelmente os “astros”, retirou-lhe o excesso de verniz e acabou por a apelidar de “A Dúvida”!

A oposição, após avaliar o “quadro” a quatro mãos, não foi além do já costumeiro palavreado indecifrável do costume: que existia uma certa profusão ilusória de “traços” na profundidade do todo salientando-se a preponderância de “riscos” oportunos a sobressair entre excessivos “rabiscos” despropositados. Mas enfim: sem mexeram em nada definiram-na como “A Interrogação”!

Os Portugueses, fartos de tanto “engenho”, ainda tentaram tirar algum entendimento das “pinceladas”, mas não conseguindo vislumbrar nada de novo neste já habitual “tríptico” Natalício chamaram-lhe “A Repetição”… e de bota lustrosa e sola furada empanturraram-se em consumismos desenfreados acreditando “que entre mortos e feridos alguém há-de escapar”!

De diferentes ângulos, é assim “A Ilusão” da política Portuguesa enquanto estranha forma de “arte” (ou de vida).

publicado por A. Carvalho às 07:21
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