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Segunda-feira, 30 de Abril de 2007
RACISMO "TIDE"

Falar de racismo em Portugal é deveras apaixonante!

Não vale a pena entrar pelo caminho dos “choradinhos” habituais de que os Portugueses não se devem exprimir sobre o que lhes vai na alma porque pertencem a um País de emigrantes espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Mas afinal de contas porque é que organizações fascistas, de extrema-direita, fundamentalistas ou “o raio que os parta a todos” não hão-de ter o direito de expor as suas ideias? Uma coisa é terem “shot-guns” ou armas brancas em seu poder e isso é um assunto de polícia; outra é terem panfletos com a “Suástica” e gravuras do “Adolfo” como outros tem a foto do “Che” ou do “Papa” impressa na “t’shirt”! É crime? 

Apesar da tão apregoada democracia padecemos irremediavelmente de uma mentalidade própria de pequenos ditadores que não vai além do seu obsessivo individualismo intelectual.

Como não sabemos “separar o trigo do joio” porque não possuímos dimensão para tal, amesquinhamo-nos com “outdoors” e “pic-nics” de nacionalistas para tão só encarnarmos a personagem de ”virgens ofendidas” com o que na realidade nos vai na alma.

Já que se misturam assim “alhos com bugalhos”, assumo o meu racismo pelo vizinho do R/C, de pele clara e apreciador de passarinhos fritos, que diz ser bom chefe de família apenas e só porque é do Benfica.

- Branco do Caralho!

publicado por A. Carvalho às 07:33
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Segunda-feira, 23 de Abril de 2007
25-04

Não deixa de ser curiosa, porque dá que pensar, a história passada nos finais do Salazarismo entre Marcelo Caetano e o recém-chegado à política Manuel José Homem de Melo, Conde de Águeda. Este encontrou-se com o então Presidente do Conselho que estava em férias no Forte de Catalazete: ao despedirem-se, Caetano seguiu-o até à porta e viu que o Conde conduzia um reluzente Porsche. Espantado com a “bomba” pôs uma mão sobre o ombro do Conde e aconselhou-o: «Meu caro, decida: ou o Porsche ou a política. As duas coisas são incompatíveis!»

A trinta e três anos de um já longínquo 25 de Abril parece que cada vez mais os políticos se vão compatibilizando com estas e outras “bombas” acabando por esquecer, afinal de contas, as funções para as quais são eleitos.

Portugal é hoje um dos Países que apresenta uma das maiores desigualdades na distribuição de rendimentos e as taxas mais elevadas de risco de pobreza monetária da União Europeia.

Na escada descendente de uma Revolução que foi de Cravos e chegados ao patamar do dia 25 de Abril de 2007, é pertinente perguntar sobre o que há a celebrar.

As desigualdades sociais? A pobreza? A exclusão? Toda esta “farsa levada à cena, na Europa, com o nome de Portugal”?

Meus caros políticos, decidam-se: ou as megalomanias pessoais ou as realidades da Nação. As duas coisas são incompatíveis.
publicado por A. Carvalho às 07:31
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2007
Á ESPERA DE GODOT

Em “Portugall” um indivíduo acusado de alguma coisa e desde que ligado à política, aos “futebóis” ou com boa capacidade de manobra em tais meios deve remeter-se ao silêncio e deixar correr muita tinta.

Quantos mais forem a apontar-lhe o dedo mais o Olimpo da Santidade é um dado adquirido e o seu “crime”, por mais horrendo que possa ser passará a exemplo de conduta louvado por toda a sociedade.

A impunidade grassa e continuará a grassar enquanto o “ranço” não bater à porta de uns corações de pura manteiga (os portugueses) que se prestam à subserviência de aclamarem por tudo e por nada o xico-espertismo nacional.

Veja-se aqueles amigos acusados da pedofilia! Olhe-se para o Senhor Torres do Marco, para o Senhor Loureiro de Gondomar, para a Fatinha de Felgueiras, para os Pintos Salgados e a “turma” da “chupeta dourada”, etc. etc. etc.

Saturados que estamos destas “almas” por culpa de uma Justiça que se arrasta penosamente, já se vai ouvindo por ai que afinal é tudo boa rapaziada, vítimas de jornais e jornalistas sem escrúpulos que inventaram todas aquelas mirabolantes “tangas acusatórias” apenas e só para venderam! Malditos escribas do “caraças”.     

PS: Sobre os “diálogos” entre a Imprensa e o Primeiro-Ministro “espero por Godot”: o Zé, como não podia deixar de ser, também é bom rapaz… mas que falta ainda algo nesta história do “canudo”, lá isso falta.

publicado por A. Carvalho às 07:34
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2007
O SENHOR JOSÉ

O Senhor José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, ainda Primeiro-Ministro, saiu com algumas fissuras estruturais do “deslizamento de terras” que “demoliu” parcialmente a Universidade Independente.

Fazer currículo da forma como fez e tendo como horizonte de vida (o único que se lhe conhece) o mundo escorregadio da política, é próprio de um indivíduo descuidado ou patologicamente atacado por sintomas de um narcisismo preocupante.

Talvez daqui se tirem algumas ilações sobre a sua forma de governar e por analogia… essas deduções só podem ser de inquietação!

O Senhor José não foi eleito por ser Engenheiro ou Troca-Tintas: foi eleito por inspirar confiança aos portugueses e era na base dessa mesma confiança que já devia há muito ter quebrado o silêncio.

Neste momento, as palavras que possa dizer, soam a azulejos de segunda deficientemente assentes naquela Universidade que mais não é que uma ETAR (Estabelecimento de Tratamento de Amigos Reconhecidos): soam a oco!

Para bem do País e das instituições era bom que este seu erro de “cálculo” não viesse a tender para potenciais situações de instabilidade do “talude rochoso” em que tem assentado o “estaleiro” Governamental. Por isso, e já que estamos numa de “engenharia”, confirme ou mande confirmar (se não souber) os “pendores” e os “azimutes” dos seus planos de observação (sic).

Se não andássemos sempre a tentar ser aquilo que não somos, talvez fossemos bons, afinal, naquilo que realmente somos!
publicado por A. Carvalho às 07:24
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Segunda-feira, 2 de Abril de 2007
CANUDOS

A aposta do Governo no sentido de aumentar a formação profissional, académica e humana da grande maioria da população empregada, quer através da validação e certificação de competências ou de outros quaisquer programas idênticos, parece ser para continuar e reforçar (talvez como justificação para os últimos ramos da árvore das patacas europeia).

Mas não se verifica idêntica preocupação no sentido inverso: de todos aqueles que saem dessas fábricas de diplomas, as universidades, possuírem também conhecimentos sobre o que é o relacionamento humano no mundo do trabalho, a vivência em sociedade, no fundo, serem portadores de uma formação mais ampla que vá para além daquilo que vem na especificidade dos seus livros. É cada vez mais evidente que essas “pobres criaturas” se limitam a “encornar” sebentas e sebentas de teorias técnicas e quando confrontados com outras realidades, fazem lembrar a publicidade a um lacticínio da nossa praça: “O que é para si a emigração ilegal? – “O queijo de bola é produzido a partir do melhor leite dos Açores...”!

Um doutor assim, é um mau doutor: é um “deficiente” social!

Será isto que o País pretende?    

Quando todos conseguir-mos libertar-nos desta mentalidade retrograda e paroquial dos doutoramentos redentores poderemos, então sim, aspirar a outros voos. Até lá... as Finlândias e as Suécias não passam de miragens (sic).

publicado por A. Carvalho às 07:33
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