.posts recentes

. O “GLORIOSO” CENTENO

. A MÃO DE DEUS

. A “EPITETIZAÇÃO” DA COISA

. “O CANHÃO DE S.BENTO”

. PORTAS… COMUNICANTES

. OS SEGREDOS DA TIA CÁTIA

. NASCIDOS PARA MANDAR

. ANASTÁCIOS E BARATAS

. ELES VOAR, VOAM… MAS MUIT...

. VAMOS PÔ-LOS NO LUGAR

.arquivos

. Janeiro 2018

. Junho 2017

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Novembro 2015

. Abril 2015

. Julho 2014

. Fevereiro 2014

. Julho 2013

. Maio 2012

. Março 2012

. Janeiro 2012

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

.links
blogs SAPO
.subscrever feeds
Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007
EU TAMBÉM “QREN”!

O rico Pai Natal Europeu, embora atrasado em relação à quadra das oferendas, visitou um jardim de petizes à beira mar plantado!

Embuido de um espírito próprio de outras paragens, mais atinadas, mais responsáveis, deixou o “peixe”, convencido que aqueles “travessos” sabiam utilizar a “cana”.

Há que condescender perante este velhote, de barbas brancas, quiçá a padecer das más interferências do vizinho Alzheimer, ou então, farto de tanta pedincha de turma tão mal comportada, insuportável mesmo, deixou a prenda e fez uma sina à porta da Escolinha:

- Aqui, nunca mais. Já não tenho idade para isto. Fiquem bem!

Dinheiro, muito dinheiro para os “miúdos” actualizarem os computadores, comprarem uns livros para a biblioteca, enfim, para darem um jeito na imagem geral do jardim que tanto desmazelo tem merecido.

Mas… sabem como são as “crianças”! De humores instáveis, decisões inconsequentes, de atino incerto. Ainda o saco não era aberto e já a discussão e a gritaria estava instalada entre os eleitos que integram o “Clube da Floresta”. Uns porque queriam um comboio, outros porque queriam uma pista de aviões e outros, muitos, porque queriam apenas o dinheiro para guloseimas nada saudáveis e caríssimas.

Um deles, o mais caladito, o mais desgraçado, aventou a ideia de distribuir aquela pipa de massa, em partes iguais, pelos meninos todos do jardim.

- É pá: cada um ia à sua vidinha e ninguém mais se chateava com isto.

O silêncio instalado lembrou a hora da soneca!

Não se sabe como irá acabar a “estórinha”, mas que há “putos” que nos deixam a pensar com as suas saídas, lá isso há!!!

publicado por A. Carvalho às 07:27
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007
PELO SIM, PELO NÃO…

Pelo sim, pelo não… não vou perder um minuto mais que seja a ouvir as lengalengas dos vários movimentos contra e a favor do aborto que, como cogumelos (alguns “psilocibes”) vão pululando por aí.

Do SIM, já estou esclarecido quanto à necessidade imperiosa de libertar milhares de mulheres que às mãos de impiedosos carrascos são torturadas em Portugal pelo simples facto de terem abortado. Apenas algumas, com a desculpa, por certo, de comprarem uns caramelos “Logrono”, conseguem fugir a esta autêntica barbárie nacional que nos envergonha em pleno século XXI (sic).

Do NÃO, esclarecido estou, já que o aborto não deve ser tornado numa banalidade tal que transforme o Serviço Nacional de Saúde num paraíso abortivo, obrigando, por tal facto, milhares de mulheres a terem de ser intervencionadas cirurgicamente ao apêndice em clínicas de Badajoz.

E sobre o direito à vida… estamos conversados!

Julgo existir nestes autênticos “sketchs discutórios” vazios de conteúdo e sem graça nenhuma, uma concorrência desleal e directa com movimentos que contribuem, esses sim, para o bem-estar mental dos portugueses através do seu característico odor felino (sic)!
publicado por A. Carvalho às 07:32
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007
MENINOS DE HUAMBO

Uma das justificações recentes para manter e até mesmo reforçar os meios da Marinha e Força Aérea, foi a de Portugal ter uma extensíssima costa oceânica que exige uma fiscalização constante, quer a nível do narcotráfico quer da segurança para toda a frota pesqueira e comercial que exerce a sua laboração em tais águas.

Com a morte de 6 pescadores a meia dúzia de metros do areal e perante os embaraços causados por tal quer às “altas patentes” militares quer políticas, é caso para dizer que se anda a meter água pelos mais diversos rombos do casco das instituições (envolvidas neste naufrágio contaram-se sete).

Em tempo de tão apregoada contenção (e perante a ineficaz e continuada interrogação sobre a utilidade a dar, não só ao ramo ligado aos “girinos” mas também ao dos “rambos” e “majores alvegas”), não deveria a proporcionalidade entre os meios materiais e humanos ser consideravelmente equacionada pelo poder político?

Com o devido respeito que a Instituição Militar merece, começa a não ser dignificante para a mesma ver tantos e tantos cidadãos sentados à volta de uma fogueira, recordando, tão só, tempos de sonho e de verdade.

Para cenários destes, de saudade, já nos chegam os “Meninos de Huambo”!

publicado por A. Carvalho às 07:30
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2007
OS PASQUINS

Olhar sobre a imprensa regional nacional pode ser um interessante teste para aferir da capacidade de resistência à exposição do vazio e da insustentabilidade.

Os “doutos” colaboradores opinam quase sempre através de parágrafos plagiados aqui e ali a “doutores” firmados na matéria e às tantas a mistura de frases de sentido pesado e profundo baralham-se de uma tal maneira que, aos olhos de um incauto leitor, o escriba “tem mesmo jeito para a coisa”. O “gajo” disse duas seguidas: o quê, não se sabe nem interessa, mas aqueles palavrões só podem ser de alguém iluminado! Daqui ao cadeirão da Junta de Freguesia vai um passo (sic), pensará intimamente o dito imprudente.

A primeira página para as “garrafais” de uma festarola ou trágico acidente, seguindo-se “lana-caprina” nas restantes duas ou três, com os “opinadores” à mistura entre avisos de “penhoras”, aniversários e funerais. Pelo meio, de quando em vez, ainda há espaço para publicitar o “toque rectal” de distinto urologista mais o términos da Licenciatura de quem há muito esqueceu as suas origens. A “Liga dos Últimos” encerra a “tortura”.  

Estas “folhas de couve” não souberam acompanhar os ventos de mudança (e profunda que foi) que grassaram no mundo da informação. Agora… é tarde! Lá para meados de 2007, com a extinção pelo Governo do chamado Porte-Pago, muitos irão encerrar provando que a sua existência se baseava apenas na eterna patologia da “subsidiódependência”.
publicado por A. Carvalho às 07:34
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2007
SONHOS DE MENINO

A peça oratória de Natal do Engenheiro Primeiro-Ministro foi demasiado pachorrenta!

Mais uma vez, no seu estafado discurso useiro e vezeiro, o “nosso Zé” veio fazer crer que o poste eléctrico (Portugal) está em movimento quando na realidade o que se move é o comboio europeu. Sócrates teria prestado um óptimo serviço ao País se direccionasse o seu raciocínio, por exemplo, para aqueles seus concidadãos que inconscientemente (ou não) se afundam mais e mais no lodaçal do crédito fácil, chamando-os à realidade para as dificuldades incomportáveis que o novo ano vai trazer!

Mas não: e como não, foi uma cantilena insípida, de prolixidades apenas!

Ao Engenheiro Primeiro-Ministro e para manter o inexplicável estado de graça que “divinamente” lhe foi concedido, ou optava pelo velhinho ditado popular do “quem não é visto não é lembrado” ou palrava ao melhor estilo dos “Sonhos de Menino”:

- “Lembro-me de uma aldeia... e de um menino” que sonhava ser político há muitos anos (blá, blá, blá).

Assim como assim, sempre tocava no natalício coração dos portugueses e acredite, eles gostam deste relambório.

Bom (?) 2007, Senhor Engenheiro!
publicado por A. Carvalho às 15:56
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
.as minhas fotos