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Segunda-feira, 22 de Março de 2010
OBESIDADE MÓRBIDA

Para tomar conta dos 10.000.000 de "almas" que vão deambulando pelos 92.300 km2, a obesidade mórbida do "quero, posso e mando" patente em Portugal (contabilizando todos os que integram o "planeta" de Belém, do "Gaveto da Estrela", do Largo das Cortes e de uma miríade mais de outros incontáveis "satélites" que à volta destes "mundos" cumprem a sua órbita) atingiu um tão inimaginável peso que antes de se ter entrado em discussões de PEC's e afins melhor seria que aqueles, poucos, que ainda tem sentido de responsabilidade e um certo despego pelas "coisas" do penacho, se tivessem dedicado a olhar para estes "espaços infinitos" e neles tentassem encontrar o necessário consenso para levar por diante a concretização da tão propalada reforma do Estado. E se os bons exemplos, como diz a "populaça", devem vir de cima, seria agradável à vista e ao ouvido o País começar a assistir à diminuição do número de ministérios, de deputados e das mil e uma benesses que em tempos de crise (vá-se lá saber porquê!) se fazem sempre mais notar. E sem a necessidade de atingir, no imediato, o efeito rectilíneo proporcionado por uma cega "banda gástrica" aplicada à "coisa", por certo que a desertificação de grande parte do interior do País também aconselharia a um sério estudo que tivesse em conta o redimensionamento de significativo número de "áreas jurisdicionais" e o seu consequente ajuste à realidade dos dias de hoje. Mas pronto: a manter-se tudo como está, quase apetece perguntar se os portugueses são um povo irascível e atabalhoado que justifica, efectivamente, toda esta imensidão de regedores da "coisa" pública para usufruir de uma qualidade de vida mínima face aos padrões europeus... ou se, então, se tornou despropositado e irritável por nunca ter usufruído do que quer que fosse em consequência do papel preponderante e condicionante de tão elevado número de "gestores" na vida administrativa do País?

publicado por A. Carvalho às 18:36
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